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Vivemos em uma época de esplendor econômico e científico, porém há um descompasso entre a riqueza nesses campos e no aspecto humano/social. A Psicologia vêm produzindo ultimamente conhecimentos suficientes para que já tivéssemos esse mesmo esplendor nos âmbitos humano e social porém, infelizmente, nem todos se apropriaram ainda desse conhecimento. Apenas uma elite, na vanguarda, percebe a importância de suas escolhas e atitudes, no amanhã. A profilaxia no campo psíquico é uma realidade e antecipar-nos às ocorrências de disfunções, mais que possível, tornou-se hoje uma necessidade. As práticas profiláticas de maior impacto estão nos cuidados durante |
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Já foram feitas analogias relacionando o desenvolvimento de empresas ao desenvolvimento humano. Há um livro que fala do nascimento, desenvolvimento e da “morte” de organizações. Com o relacionamento afetivo-sexual podemos encontrar também etapas de desenvolvimento... ou não. Como já tratei em outros textos o relacionamento afetivo começa freqüentemente através da paixão. Essa fase, no entanto, é aquela na qual já podemos “ver” a relação acontecendo. Há etapas anteriores que mostram o real nascimento de uma relação. |
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Nossas necessidades de afeto surgiram desde as primeiras vivências que tivemos durante a gestação e na primeira infância. Consolidaram-se com as vivências que já eliciávamos na nossa vida posterior. Há uma base que é comum ao ser humano, uma segunda camada comum a cada gênero e, finalmente, a característica individual criada pelas vivências citadas acima. Dessa forma “todos os homens são iguais” assim como, em determinados aspectos, “todas as mulheres são iguais”. Apesar dessas identidades, erramos muito nesses aspectos.Temos necessidade do “outro” para que ele |
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O impulso sexual é fundamental à vida e, no ser humano, a atividade sexual se revestiu de roupagens belas, caras e complexas. Além da função reprodutiva, as relações sexuais propiciam do mais simples e concreto prazer, aos mais elevados sentimentos de integração com o “outro” (o que nos completa, o que legitima nossa existência). A objetividade que a sociedade atual exige de nós ressalta a importância primeira (e menor?) da atividade sexual: o prazer. Apenas como meio de satisfação física pode-se admitir a importância da atividade sexual, porém esse é o aspecto mais pobre, se comparado ao seu potencial de gratificação. Talvez também pela objetividade |
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Em outros textos tratei da nossa necessidade do “outro”; buscamos nele o afeto consistente. Expressamos isso na pré-adolescência ao buscarmos a amizade “verdadeira”; na adolescência queremos o amor “verdadeiro” e na maturidade questionamos o que há de errado: “o amor acabou?”. Essa dúvida frequentemente é levada à terapia de casais. Precisamos do “outro” para legitimar |
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Minha vivência mostra que alcançar a “verdade” é possível. Experienciar o Tao (chinês) e o Satori (zen, Japão) é possível. Entendo também que pequenos segmentos dessa “verdade” da experiência individual estão distribuídos na realidade cotidiana e são registrados no senso comum, estando presentes nos ditos populares, nas canções de sucesso, inclusive nas popularescas. Vamos considerar esse brilho de verdade que se apegou à frase “Casamentos são feitos no céu”: |
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Artigo publicado na Revista Psique Ciência e Vida n. 34 (Outubro/2008)  |
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A psicoterapia de casal difere substancialmente da psicoterapia individual, não apenas por ter curta duração, mas principalmente porque se concentra |
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Não são poucas as mulheres que conforme o conto de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, assumem o papel de “salvar” o homem. |
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Tenho recebido de amigos “conselhos” para não citar canções populares em meus textos, pois isso pode chocar alguns leitores. |
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Assim como a paixão acontece abaixo do limiar da consciência, também a relação do casal se dá nesse nível. Na paixão (leia mais) podemos |
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Não paramos para pensar nisso, mas agimos como se fosse inerente à natureza humana saber amar. Não é. |
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Abordei em outros textos a questão do comportamento que apesar de apoiado em justificativas racionais (consciência), é motivado por emoções (inconsciente). |
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Chamamos de “fantasma” uma emoção vivida no passado que continua “viva”, se fazendo presente sempre que uma ocorrência semelhante a busque |
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